Aberto desde 1910, Asilo Irmão Joaquim apela por doações em Florianópolis

Por Michael Gonçalves para Notícias do Dia

A crise econômica reduziu o número de doações e o atendimento no Asilo Irmão Joaquim, no Centro de Florianópolis, está comprometido. São 40 idosos, de 60 anos ou mais, que recebem atendimento de enfermagem, fisioterapia e contam com um médico voluntário. O asilo trabalha com 33 funcionários registrados, 25 voluntários fixos e parceiros. A equipe é mantida com recursos da Maternidade Carlos Corrêa, que também integra a Associação Irmão Joaquim. O asilo apela por doações, que podem ser em dinheiro ou em materiais entregues na própria entidade.

O asilo, de direito privado e sem fins lucrativos, é uma instituição de longa permanência de idosos em vulnerabilidade social e econômica desde 1910. Segundo o secretário e voluntário, Vitor Warken Filho, a entidade não recebe recursos de órgãos públicos. “Sempre passamos aperto nas nossas contas, mas conseguíamos resolver com a ajuda divina. Agora, o momento difícil do país reduziu o número de doações e estamos precisando do auxílio da sociedade. A dica que damos para quem quer ajudar e não sabe como é fazer uma visita aos idosos”, explicou o secretário.

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